Vila Sasseti e Chalet da Condessa de Edla

Voltar a Sintra é sempre um prazer e uma descoberta: dos locais habituais aos novos recantos e espaços para conhecer e… os habituais, e deliciosos, travesseiros quentinhos, no final de mais um dia cheio de aventuras (dizem que agora também os há com sabor a nutella, à hora que fomos, já não havia. Lá teremos que voltar outra vez, para desfrutar de mais esta experiência, é só chatices e aborrecimentos, esta vida!). Desta vez fizemos um piquenique num Parque de Merendas que não conhecíamos, junto ao início do percurso pedestre Vila Sasseti que leva ao Castelo dos Mouros e ao Palácio da Pena. Depois de bem almoçados, decidimos ir investigar o percurso da Vila Sasseti e foi , simples e inesperadamente, espetacular, quase uma surpresa a cada esquina. Fizemos cerca de metade do percurso, invertendo o sentido de marcha junto ao penedo da amizade, tendo mesmo por cima das nossas cabeças o Castelo dos Mouros. Uma vegetação luxuriante, vistas e recantos deslumbrantes. Prometemos, à pequenada, voltar para fazê-lo na íntegra!

 Num dia fresquinho e húmido, depois da subida até ao penedo da amizade, regressámos bem quentinhos, prontos para a próxima aventura: conhecer o Chalet da Condessa de Edla e os seus extensos jardins! Parece uma acolhedora casa de bonecas, tendo em conta as residências reais da época e que esta era a residência predileta de D.Fernando II e da sua esposa, em 2ª núpcias (após a morte de D. Maria II), Condessa de Edla. A Condessa de Edla, de nacionalidade suíça, teve um educação cuidada e requintada nos EUA, cantora de ópera, era uma mulher culta e dedicada às letras, às artes e à música. D. Fernando II e a Condessa de Edla patrocinaram a carreira e obra de vários artistas entre eles: Bordalo Pinheiro. O património, e diversidade, florestal da serra de Sintra devem-se ao gosto de D.Fernando II pela botânica, que incentivado pela Condessa de Edla, introduziu novas espécies, provenientes da América do Norte, no Parque. O Chalet sofreu graves danos, num incêndio, em 1999, tendo sido aberto novamente ao público, em 2011, após 4 anos de obras de restauro.  Os jardins do Chalet são vastos e vale a pena explorá-los, andámos por lá mais de hora e meia, fizemos umas festinhas aos cavalos, vimos cabras, “cavalinhos de inverno” e, em determinada parte do percursos, é possível vislumbrar, entre a vegetação, o Palácio da Pena. Mais um grande dia!

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