Na via láctea

Emir Kusturica, a “sua” música inconfundível, que neste 9 anos de interregno reencontrei nos Kumpania Algazarra, o non sense, as gargalhadas, as cenas surreais dos filmes que revisitavamos, vezes sem conta, na tonteira, reinventando e aplicando ao, e aos, que nos rodeavam, private jokes, muitas risadas. Associarei sempre os seu filmes, aos tempos de faculdade, aos bons momentos de convívio e tonteiras, às infinitas vezes que me enganei a mencionar “Gato preto, gato branco”, inventando variantes a cada referência!

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