“É o meu pai!”

Texto que pequeno do meio realizou na escola para responder à seguinte questão do manual, de Português – 3º ano, “Escreve um texto sobre o teu pai fazendo o seu retrato físico e psicológico e contando o que mais gostas de fazer com ele e a importância que ele tem para ti”.
Ao ler o texto, pergunto-lhe “Ouve lá, o pai tem olhos castanhos?!” e ele exclama “Dammit! Opsss, temos todos castanhos que até me esqueci! A professora não sabe a cor dos olhos do pai, ihihih! Vou corrigir antes de mostrar ao pai, achas que a professora se importa?” pergunta receoso. “Não, se lhe disseres!”. O “remendo” é bem visível. Um moço muito atento apenas a determinados pormenores, como diria o seu pai, “Essa cena das cores e das tonalidade é coisa de gaja!”
Simples, bonito, verdadeiro! O moço tem tanto de traquinas como de sensível, estou em crer que deve ser só para disfarçar esta sua faceta que se aplica, afincadamente, com muito entusiasmo e empenho em ser um belo de um pestinha sempre que pode e não pode.

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