Transições

Parte do texto, que recebemos da escola de pimpolha mais pequena, prelúdio ou justificação para uma reunião com todos os pais das salas dos 5 anos e a psicóloga da escola. Terminava com “As turmas só serão divulgadas no final julho”, assim como quem diz “Vejam lá se se acalmam” ou, como diria o outro, “Take it easy!”.
Quando li o mail sorri e pensei, deve haver malta a “stressar” à grande: eles e, por arrasto, os filhos e educadora. Não me lembro das outras duas vezes que vivemos esta transição receber um mail destes, embora a escola seja a mesma, também, tal como agora, não me lembro de sofrermos por antecipação, ou falarmos muito do assunto cá por casa.
Depois há aqueles momentos em que, em conversa com outros pais, percebemos que se calhar, mas só se calhar, somos um bocadinho desnaturados descontraídos de mais, ou que essa é a perceção que têm de nós e com a qual vivemos felizes e contente. Mas quando terminam dizendo, preocupados, “De há uns tempos para cá tem pesadelos com o 1º ano! Acorda a chorar e sobressaltado e diz que quer ficar para sempre na sala dos 5 anos”., pensamos, talvez a descontração e distração seja uma coisa boa 😉
Efetivamente, cada vez me convenço mais que os pais, os pais, estão na origem de muitas cenas e coisas que enfim… podiam ser facilmente evitáveis. Os tempos mudaram, os pais também em alguns aspetos, claramente, para pior, basta falar com qualquer educador ou professor e a 1ª queixa é, geralmente, “O problema, muitas vezes, não são os miúdos, são os graúdos!”

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