Festival Ibero-Americano de Narração Oral

Cenas que desconhecíamos (entre muitas outras): Lisboa é, em 2017, a Capital Ibero-Americana.
Cenas que sabíamos que tinham acontecido mas ainda não tínhamos vistos: a Biblioteca Palácio das Galveias, depois das remodelações.
Cenas verdadeiramente boas que nos iam escapando da atenção e juntaram o melhor dos dois mundos anteriores e todos os outros mundos que contemplam e cabem dentro de uma história bem contada: o Festival Ibero-Americano de Narração Oral

Contos para todos os públicos: crianças, famílias e adultos, contadores de várias zonas de Portugal, do Brasil, Perú, Uruguai, Espanha, Colúmbia, entre outros; os contos, a forma e a vida que estes ganham pela voz e interpretação de quem os transmite com alma e coração, de uma forma intimista e muito pessoal; os espaços: a sala das crianças, o bonito salão, no 1º andar, onde as vozes melodiosas, cheias de carisma e alma, ditaram os passos que ecoaram e contaram lindas histórias (um outro tipo de valsa, portanto); ao bonito “jardim das estátuas”, cheio de puffs coloridos, que num dia quente, convidavam a desfrutar da sombra, do ambiente descontraído, de convívio e brincadeira, onde há sempre tempo e entusiasmo para escutar mais uma bela história, meio sentado meio deitado na relva, aproveitando a brisa fresca que vai passando.
Simplesmente fantástico! Adorámos e a pequenada perguntava “Podemos ficar para os próximos contos?” e assim, chegados de manhã, fomos ficando, ficando e só abandonámos já a noite se tinha instalado!
Engraçado constatar, como há tantas e boas formas de contar uma história. Narradores e contos: todos eles diferentes mas repletos de entusiasmo, talento, alma, resumindo: Fantabulásticos!!!
Queremos mais para o ano!
Com contos, é espetacular mas sem contos o Palácio das Galveias e o seu jardim são locais que vale a pena visitar e apreciar.

Nos intervalos entre contos, desfrutámos do jardim, dos puffs e da sombra mas também aproveitámos para passear na zona, que se, durante a semana, o trânsito e o estacionamento são caóticos, ao fim de semana é completamente pacífico.
Fomos dar a conhecer, à pequenada, o mítico 1º McDonald´s de Portugal para seu grande contento, 3 happy meal: 3 minions ganhos, a parte da comida é o menos importante, neste caso, ainda bem! Constatámos, nós pais, que onde antes era um balcão repleto de caixas agora existem apenas duas caixas e um enorme balcão de entregas, onde se juntavam as enormes filas de pessoas agora estão 6, ou mais, touchpads gigantes onde cada um encomenda o que quer. Sabores e disposição da sala muito semelhante ao que me recordo dos tempos de faculdade mas, ao contrário de outros McDonald´s, ainda não tem os tablets disponíveis nas mesas para entreter miúdos e graúdos superligados… resumindo: sinais dos tempos!
Fomos desgraçar-nos ao Choupana Caffe, onde grande parte da malta estava numa de brunch (sábados e domingos das 10h00 às 16h00) que tinha muito bom aspeto, sim senhor, mas cujo o preço não justifica… just saying mas isto é só porque provavelmente não domino o conceito nem sou nada in! Um ambiente bem catita com pãozinho variado e do bom, panquecas deliciosas, segundo a pequenada, e tantas outras coisas que só pecam por serem tão boas e um regalo para a vista.

 

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