Tá-se, Tá-se!

Está explicado o lapso dos D.A.M.A, fazem surf na praia da Areia Branca e este é o seu bar de eleição! Tudo explicado, foram induzidos em erro!
Poucos se podem gabar de não dar erros ortográficos ou de nunca ter tido dúvidas como se escreve determinada palavra, eu cá às vezes até invento palavras, mas são poucas as figuras públicas que se podem dar ao luxo de tamanha arrogância e escapar incólumes! E vida, Às vezes, tem destas coisas… ironias do destino 🙂

Século XXI ?!

Aborrece-me constatar que, no nosso dia a dia, nos cruzemos com malta ocidental, nova, onde as mulheres têm de pedir autorização ao namorado/marido para cortar o cabelo (e este é que decide o estilo e/ou o tamanho do corte e este dá lá um salto só para ter a certeza que está tudo nos conformes) ou que tenham que pedir autorização para gastar do seu, dela, dinheiro, independentemente, de pretender gastar 1€, 10€ ou 1 milhão e, no final, havendo autorização para gastar, têm que apresentar todas as faturas. Tudo me pareceria tão bem e normal, seja lá o que isso for, se em vez de autorização, buscassem apenas a opinião, ao género de uma parceria onde predomina a confiança, o respeito e a igualdade de direitos e deveres.

 A rapariga contempla-se longamente no espelho, visivelmente satisfeita com a imagem que este lhe devolve – o seu lindo e longo cabelo, cheio de madeixas, habilmente penteado, uma perfeição os efeitos e as suas unhas de gel e a maquilhagem realça a cor dos seus olhos – e pensa que o outro que apregoa que “Ela é linda sem makeup”, não sabe o que diz, ou se calhar até sabe, ela é que não se lembrou da música que mais se adequa a este seu momento:“Ela é linda, ela é special… Ela parte-me o pescoço”.
Olha impaciente para a sua mãe que está quase pronta, faltam os últimos pormenores. Os seus lindo vestidos longos, como é da praxe em qualquer gala ou festa que se preze, aguardam-nas. Não podem chegar atrasadas, é a sua festa de finalista, no próximo ano letivo, já vai para o 5ºano. Uma mulher portanto…

As coisas que se aprendem numa ida, rápida, ao cabeleireiro! Qualquer uma destas cenas de mulheres, e protótipos, me impressiona… e não é pela positiva!

“Treino da mente para gente ocupada”

“Sabes, recebi um mail sobre uma nova formação online gratuita dos mesmo dos Emails efetivos! Inscrevi-me…” comento com excelentíssimo esposo, ao final de uma dia de trabalho. Ele sorri e diz “Recebi o mesmo mail e… também me inscrevi!”. Sintonia…!!!
“Treino da mente para gente ocupada”  é o nome do novo curso que funcionará de forma semelhante ao dos “emails efetivos”, (onde aprendi umas coisas), através do nosso mail recebemos um documento pdf, que podemos abrir quando desejarmos com a lição do dia! Fácil, rápido, indolor e aprende-se sempre! Inscrições até dia 12 de junho, basta indicar o vosso mail e esperar que a lição chegue! Todas as informações aqui

Nota: se não se inscreveram mas estão inscritos, provavelmente é porque alguém considerou que seria benéfico 🙂

As ventoinhas da vida

A sala está à pinha, máquinas fotografias e de filmar a postos, os artistas estão em pulgas, esperando que o pano suba e que se inicie, o culminar de um ano de trabalho, a sua peça de teatro. Está um dia abafado, típico dos dias de trovoada, na sala, não climatizada, a humidade e o calor ambiente e humano colam as roupas ao corpo, tudo pega, a ansiedade de uns e outro é grande. Lá bem no cimo, oito ventoinhas rodam em alta velocidade, cumprindo a sua missão (impossível): refrescar uma enorme sala, num dia quente, numa sala cheia de gente onde as luzes e todas as atenções estão focada no palco. Por detrás do pano, surge a professora de teatro e faz as apresentações e recomendações habituais. No final do seu discurso, ouve-se um grande estrondo num dos cantos da sala. O silêncio é sepulcral e todos olham em busca da razão de tamanho barulho. Alguém grita “Desliguem as ventoinhas imediatamente!”. No chão, aos pés de uma avó, jaz uma das enormes ventoinhas com um das suas pás amolgada. A avó esfrega a nuca, meio atordoada, e vai respondendo ao que lhe vão perguntando, enquanto, calmamente, é encaminhada para a saída, procurando o ar fresco e à espera da ambulância, que alguém previdente chamou de imediato, e vai dizendo “Estou bem, foi só o susto! Acho que nem a cabeça parti! Ainda bem que acertou em mim e não, nos meninos!”. A senhora seguiu para o hospital, onde, felizmente, se veio a confirmar, que, efetivamente, estava tudo bem, à parte da dor de cabeça, e imperou a máxima “The show must go on!”; o espetáculo seguiu o seu curso, deliciando a assistência e deixando imensamente felizes o pequenos atores.
A vida é feita de contratempos, às vezes, nas situações e alturas que menos esperamos, como esta ventoinha que, sem aviso prévio, saltou desalmada do seu eixo de rotação. O que tinha todo o potencial de correr seriamente mal, constatou-se não passar de um pequeno incidente. Se nos esqueceremos deste episódio com a ventoinha? Claro que não e procuraremos, consciente ou inconscientemente, não nos sentar debaixo de nenhuma nos próximos tempos, a pequenada tomou logo essa providência, mantendo-nos, no entanto, suficientemente perto para sentir as suas lufadas de ar fresco. No nosso caminho, todos os dias haverá ventoinhas, candeeiros, buracos no passeio, atravessar da estrada e mil e uma outras coisas que, normalmente, correm bem e que, por uma razão ou outra, num determinado dia/momento podem correr seriamente mal e alterar drasticamente o nosso curso de vida de um momento para o outro. É um medo consciente com qual nos debatemos todos os dias mas não é por isso que deixamos de viver! Recordaremos, certamente, o bonito e divertido espetáculo que assistimos, apesar do incidente com a ventoinha, não esquecendo que a sorte, o tempo e a esperança, no meio dos azares e percalços da vida, está sempre à espreita, é só uma questão de perspetiva e de olhar na direção da máxima “Carpe Diem”, no sentido do “The show must go on!” e com a intensidade de quem faz o melhor que pode e sabe todos os dias. Essencialmente, praticar algo benéfico a todos: descomplicar e deixar de remoer nos “ses” da vida, vivendo um dia de cada de vez, aproveitando o que ele nos trás, sempre com os olhos postos, e não os pés, no dia de amanhã!

Folhados, vegans ou afins, crianças e modas!!!

Cinco anos acabados de fazer, na sua festa, o aniversariante deliciando-se com um folhado de salsicha, oferece um ao seu amigo que lhe responde, usando a sua sabedoria de cinco anos de vida, “Não quero! Isso tem animais mortos dentro!”. “Não! São salsichas!” diz o aniversariante, olhando para o adulto mais próximo, assim como quem diz “Ora explica-lhe lá tu que ele está para aqui com história de animais mortos no meu folhado!”
Parabéns V.,  continua a apreciar os folhados e ensina-lhes como se faz!!!!

#Diz Olá

Cartazes que podem ser encontrados espalhados em várias paragens de autocarro da capital. Uma iniciativa gira, um apelo a uma comunicação real com quem está, literalmente, ao nosso lado e o poder de um simples “Olá” despertar um sorriso ou o ar macambúzio na vida atribulada e acelerada de muitos, um repto ao uso da boa educação e a ver, realmente, o outro! GOSTEI :)!!!

Emails efetivos

Relativamente à formação “Escreva emails efetivos” tenho a confessar que aprendi várias coisas/truques que desconhecia. Fica o agradecimento a quem me inscreveu. Rápido, indolor e útil.

Por ser prático e acreditar que seja verdadeiramente útil para muitos todos, partilho “Escreva emails efetivos em 6 licões” da autoria de Ana Relvas – Objetivo Lua

School at Sea

6 meses, 34 companheiros/estudantes (14 aos 17 anos), de várias nacionalidade/culturas, 5 professores, cerca de 1o tripulantes, um navio à vela, 13 países (na rota de Amesterdão até às Caraíbas e regresso), sobre o mote “You sail, you learn”, tudo isto, e muito mais, no School at Sea. Rotinas: uma dia de “escola” (conteúdo e objetivos a definir, de acordo, com as indicações da escola de proveniência, sobre a supervisão/acompanhamento dos professores do navio), um dia de vigia (navegação e as suas tarefas inerente, all about sailing), ao que se juntam várias expedições e saídas de campo pelo vários sítios onde vão passando. “Natural Learning” e o “conhecimento do mundo” estão subjacente ao lema do projeto, responsabilidade, autonomia e o saber lidar/trabalhar em conjunto em prole de um objetivo comum. Cerca de 21 000€ é o custo por aluno, por esta experiência única de 6 meses, onde o School at Sea estimula e ensina os alunos a arranjar “patrocinadores” para suportar os custos da propina.

Para aventureiros e impróprio para Pais galinhas, ou então não! Agrada-me muito, muito este projeto e acho que proporciona aos miúdos uma forma de ver o mundo, gerir emoções, vários tipos de aprendizagem, VALORIZAR os esforços e as realizações de uma forma extraordinária. Uma experiência de vida, certamente, capaz de centrar objetivos/metas! Fica a ideia e o bichinho… vamos ver se daqui uns anos, que não são assim tanto, ainda mexe! Gostava… e os pequenos será que sim? Hummm … ainda é cedo! Consigo prever/vislumbrar algumas surpresas no candidato menos provável e no mais provável! Caixinha de surpresa…

Coisas simples

É curioso como há coisas simples que observamos os outros fazer, ouvimos, atentamente, a sua argumentação, defendendo/elogiando a sua causa, e reconhecemos as vantagens e a aplicação prática do que nos demonstram. Pensamos faz sentido, ao ouvi-los e vê-los, no entanto há qualquer coisa, talvez a preguiça, o conforto nas nossas rotinas ou os velhos hábitos, que nos faz ignorar e a não dar o devido valor aos conselhos/parecer da sua prática. Até ao dia, em que experimentamos, e nos rendemos às evidências do “bem” que tantas vezes nos tinham apregoado, tornando-nos, nós, os apologistas/ defensores convictos. Ora podia estar a falar de algo extremamente profundo, inteligente, sábio mesmo, mas não, estou apenas a referir-me ao facto de me ter rendido, depois de alguma resistência, típica do objeto e do seu dono, ao prático que é ter e utilizar um jarro elétrico. Bem sei, bem sei, um pormenor de somenos importância mas que me veio poupar muito tempo, energia, e €, na cozinha, para fazer o arroz, a massa, a sopa, etc mas acima de tudo porque agora, regra geral, há sempre um bule cheio de chá pela manhã, e a pequenada, por vezes, também alinha no chá ao pequeno almoço. Os sabores vão variando, nunca utilizamos saqueta, sempre o produto natural: lúcia lima, príncipe, perpétuas roxas, limão (se na véspera temperei algo com limão, tiro a casca e reservo) e afins. Ao longo do dia, vamos bebendo o chá, ora quente, ora frio, dependendo do gosto ou da vontade, geralmente sem açúcar, uma boa forma de beber mais água, neste caso com sabor, por dia. Uma coisa tão simples e que simplificou/modificou algumas das nossas rotinas. Cenas e coisas simples.

Os cinco…falsificados! Weird stuff!

Passeando na livraria, na zona infanto/juvenil, procurando uns livros que pimpolha mais velha desejava, excelentíssimo esposo dá de caras com os título acima! “Five go gluten free”, “Five give up the booze” e “Five go parenting”, com a famosa assinatura de Enid Blyton, e pensei “Que é isto? O mundo está perdido!”. Confesso que fiquei um pouco chocada mas, numa análise mais detalhada percebemos que o texto era de Bruno Vincent e apenas utilizava as personagens do cinco com mais uns aninhos de idade. Mas permanecia a questão, o que estava lá a fazer o nome Enid Blyton, em grande, e no sítio onde costuma estar o autor?
Uma pesquisa rápida,na internet, revelou que este tipo de livros “falsos” está a fazer furor em Inglaterra, a malta gosta de ver os seus heróis de infância crescer e passar pelos seus, deles, problemas (deixar o álcool e o gluten, aprender a ser pais), os ingleses chamam-lhes livros de paródia, pudera… Enfim… weir stuff é o que é! Ah… apesar de na livraria estarem na secção de livros juvenis, em inglês, este livros são para adultos, segundo vários artigo ingleses. Opssss…alguém não anda a prestar atenção nas livrarias portuguesas!

Planeamento e organização das refeições semanais

 Um post pormenorizado sobre uma admirável, útil e prática, forma de planear/organizar as refeições semanais de uma família. É aquilo que chamo capacidade, e vontade, de organização culinária semanal, embora não faça bem o meu género, requer muita antecipação, por aqui vive-se mais no momento, um dia de cada vez. O nosso planeamento é mental, sempre sujeito a alterações e desejos de uns e outros, e tudo, ou quase, arranjado e feito na hora! São estilos… não deixa de ser um post útil e cheio de ideias para a organização e economia da casa, como é típico do blogue Economia cá de casa, recomendo a visita e leitura frequente!