A Rainha Pirata

Esqueçam o Barba Azul, o Jack Sparrow e outros que tais, o maior pirata de todos os tempos e mares, com uma disciplina, frota e estratégia de fazer inveja aos militares e marinha da altura, foi… uma mulher com imensa visão de jogo e muito jogo de cintura, em vários campos!?

Vídeo descoberto num canal repleto de História e estórias curiosas e engraçadas, que constituem um apelativo recurso e forma de conhecer  vários “capítulos” e personagens importantes da história mundial para a criançada. São mais de 200 “episódios”, com 10 minutos de duração, divididos em várias temporadas (Roma, as cruzadas, a 2ª guerra mundial, etc).

Alternative Math

Muito, muito bom!
Uma pequena curta metragem cheia de relevações para o que, possivelmente, se avizinha.
Eles andem aí, ainda não pousaram mas já pairam, à espreita… Eles, os extraterrestres extraordinários!

Por cá, diria que já estivemos bem mais longe… deste tipo de “flexibilização”. Basta analisar, com cuidado e atenção, a contabilidade criativa de António, o 1º, e o seu séquito!!!!

Irmãos e o Pedro do reboques

Diz que há uns dias se assinalou o dia dos irmãos e lembrei-me, automaticamente, deste telefonema do Nilton que, curiosamente, foi o meu mano que me deu a conhecer!
Esta verdadeira pérola que retrata na perfeição a relação entre manos, ou pelo menos a minha e os que observo todos os dias aqui por casa, provocam e chateiam-se até à exaustão numa camaradagem saudável de quem não sabe viver sem o outro.
Há momentos e frases que ficam para a posteridade e o mano da Beatriz Barroso, que foi quem pediu ao Nilton para o atazanar com o “Pedro dos reboques” porque, nas suas palavras, “O meu irmão passa-se”, arrisca-se seriamente, especialmente, graças à sua mana, a ficar conhecido por:
“Ouça, eu não sou esse senhor, eu é que sou o miúdo estúpido! Está a perceber?!”
Resumindo, ele passa-se mesmo!
Eheheh, guilty as charged, eu faço isso não até à exaustão, mas quase, quase, com o meu irmão… desde sempre e o moço aguenta estoicamente e, às vezes, perde a paciência e passa-se! Faz parte de dinâmica, manter a chama ativa! Love you, mesmo quando te passas dos carretos mas, especialmente, durante o processo e o caminho que te lev(o)a a esse estado… os teus sobrinhos estão quase a atingir o ponto (o teu e entre eles)!

“Açores, o segredo mais bem guardado do Atlântico”

“Açores, o segredo mais bem guardado do Atlântico”, é um pequeno documentário de 19 minutos, que resultou de uma expedição científica, realizada em 2016, às ilhas de São Miguel e Santa Maria e aos ilhéus das Formigas, organizada pela Fundação Oceano Azul e pela Fundação Waitt.
A Fundação Oceano Azul com vários parceiros prepara-se para realizar uma numa nova expedição, durante três semanas, à volta das ilhas do Corvo e das Flores, em busca de novos habitats e quantificar a biodiversidade que dará origem a um documentário da National Geographic.

Missing piece

“Missing piece meets the Big O” é o título de um bonito, e profundo, livro infantil, do músico, poeta e ilustrador Shel Silverstein, publicado, pela primeira vez, nos Estados Unidos, em 1976 .
Este livro, infelizmente, não está disponível em português mas o seu título poderia se facilmente traduzido por “A Parte que Falta”.
Para compensar esta falha editorial, temos o “The missing piece – animation” que traduz, na perfeição, o que está impresso nas suas páginas: da busca, ao regozijo do encontro, ao contentamento, à aceitação, à desilusão, à quebra que dá origem ao início de um novo ciclo. Ilusões, sentimentos e as emoções que fazem eco e ricochete na nossa mente e no nosso coração que os reconhecem e identificam, na plenitude, com algum ou vários momentos da nossa vida.
A busca incessante pela felicidade, esse “bem”, aparentemente, inalcançável, que muitos associam a alguém ou algo que não sabem bem quem é, o que é ou como é mas parece ser (um)a “solução” para o que está em falta.
Um livro infantil repleto de metáforas da vida!

Stephen Hawking

Stephen Hawking desafiou os timings, diagnósticos e limitações que a medicina conhecia sobre a sua doença incapacitante, usou a tecnologia como ferramenta para “substituir” algumas faculdades que a doença lhe foi roubando ao longo de 5 décadas, nunca deixou de contemplar e estudar o céu, as estrelas, o universo e os seus buracos negros, de investigar e partilhar as suas descobertas (ensinando, escrevendo livros, dando conferências, etc). Deixa um enorme e valioso legado na física e nos estudo do universo mas, essencialmente, ensinou a todos uma lição da forma mais poderosa e eficiente, pelo exemplo – uma doença, por mais debilitante que seja, não nos define, embora possa ser a  nossa imagem, não mata a nossa essência, embora nos tire faculdade, se encontrarmos, em nós, a força de vontade e os meios necessários para aprender a viver com ela, tirando partido da vida (que pode ser grande – aos 21 anos os médicos disseram-lhe que não tinha mais que 2 anos de vida… morreu aos 76 anos) e das nossas capacidades. Não tenho dúvidas nenhumas que o cérebro é o mais poderoso dos orgãos… mesmo que tudo o resto possa estar “avariado” no nosso corpo, ele “comanda”, é a chave, o que define o nosso “bem estar” psicológico… anossa atitude!
O universo não dorme, há quem diga que conspira… Morreu no dia em que outro grande físico nasceu, Albert Einstein, e que é também o dia do Pi. Nasceu a 8 de janeiro de 1942, no dia em que se assinalava, os 300 anos do falecimento de Galileu Galilei.
Um bonito tributo, recordando a vida e obra de Stephen Hawking, feito pela sua filha Lucy.

 

(Des)Contaminação ambiental da Ilha Terceira

devido à presença norte americana na base militar das Lajes. Esta informação passou nos noticiários, pergunto eu que não costumo ver televisão? Quase que apostava que…! E os relatórios do LNEC e outros, sobre as questões abordados, já foram divulgados ou tornados públicos? Quase que apostava que…!
As várias faces da iliteracia, algo que se cultiva porque dá jeito e poupa chatices a muitos e grandes… interesses!