Boas férias!

Chegou agosto, o mês mais aguardado do ano por muitos – mês de férias de eleição dos portugueses e dos emigrantes. O sol, os mergulhos, a praia, a piscina, a barragem e o rio, as aldeias, a sua pacatez e animação das suas festas, as serras e o seu encanto, as cidades onde tudo corre agora mais devagar (a não ser nas algarvias)!
O nosso cartaz alusivo às férias inspirado nos cartões de verão da krokotak

 

Tarte de Oreo

Como estes ingredientes… é o esperado: deliciosa!

Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 pacote de natas
1 embalagem de queijo creme
5 folhas de gelatina
1 pacote de bolachas Oreo
1 pacote de bolachas de chocolate (utilizei das que vêm em sacos de 1kg)
6 bolachas Maria (opcional)
50g de manteiga

Preparação
Colocar as folhas de gelatina numa tigela com água. Picar as bolachas oreo e as bolachas de chocolate. Reservar 1/4 das bolachas para juntar ao recheio. Derreter a manteiga e juntar às restantes bolachas, envolvendo bem. Dispor o preparado numa forma de fundo amovível, calcando bem, para formar a base da tarte. Colocar no congelador. Bater as natas (frias) em chantilly, juntar o leite condensado e o queijo creme, envolvendo bem. Escorrer as folhas de gelatina, colocá-las numa tigela com um pouco de água no fundo e levar ao microondas, cerca de 20 segundos. Mexer bem para dissolver completamente e juntá-las ao preparado anterior, mexendo sempre com a batedeira. Juntar as bolachas picadas reservadas ao preparado, envolver bem. Deitar o preparado anterior na forma. Levar o frigorífico durante 5 a 6 horas. Decorar a gosto (bolacha maria ralado e 3 ou 4 bolachas oreo)

 

Nós, Van Gogh, Alive

Antes de entrarmos na sala, há um painel sobre a vida do pintor, os vários períodos que atravessou e uma explicação do que esperar e de como são retratadas as várias fases da vida de Van Gogh.
Na sala, paredes, teto e parte do chão repletas de imagens projetadas das obras, citações e cartas de Van Gogh, regadas com música da época e adequada aos vários períodos emocionais e de produção do pintor. Em vez de circular pela sala, o ideal é, sem medos nem vergonhas, agarrar um dos vários puffs disponíveis e/ou sentar/deitar no chão, e vivenciar, efetivamente, uma experiência sublime, um assalto aos sentidos, um verdadeiro mergulho na obra, no espírito, na mente e o seu efeito nos quadros, de Van Gogh, acompanhados e embalados pela música e, no nosso caso, por duas bailarinas. A apresentação demora cerca de 30 minutos, talvez um pouco mais, e não tem interrupções (é cíclica) mas o espaço é agradável e apetece ir ficando, observar pormenores que não vimos bem na 1ª visualização e como podemos permanecer na sala o tempo que quisermos é desfrutar, foi o que fizemos!
É sem dúvida uma forma diferente, gira e atrativa, de “conhecer” Van Gogh, só peca por ser tão cara mas vale a pena!!!!
Apesar da pequenada já ter visto alguns dos quadros de Van Gogh ao vivo e a cores e saberem que ele tinha cortado parte de uma orelha, que, em vida, só tinha vendido um quadro – “A Vinha Encarnada” – e que, ironia das ironias, agora os seus quadros são admirados em todos o mundo e valem milhões (uma das suas citações não diz bem isto mas fica implícito), esta foi a forma de o “conhecer” que mais lhes agradou. Pequenada no final comenta “Podemos ir a mais museus como este? Bem louco e deitados no chão!”. Ora “Bem louco” é uma expressão que, neste caso, assenta que nem uma luva ;).

Mais informações aqui e aqui

Nota: a sala é mais pequena, sem colunas e arcos com projeções, ao contrários das constantes no site e no facebook oficial do evento, o que faz com que o efeito não seja tão grandioso como o publicitado.

Cupcakes

Um regalo para os olhos e para o palato! Receita feita, e muito apreciada, pela pequenada com uma pequena ajuda da mãe. Muito fáceis e saborosos.

Ingredientes
1 iogurte natural
2 copos (de iogurte) de açúcar
3 copos (de iogurte) de farinha
1 copo (de iogurte) de óleo
1 colher de chá de essência de baunilha
4 ovos
1 colher de chá de fermento

Cobertura (opcional)
1 tablete de chocolate de leite (ou preto ou branco)
1 colher de sopa de manteiga
Smarties ou confetis para decorar bolos

Preparação
Bater as claras em castelo. Bater as gemas com o açúcar até obter um creme homogéneo. Juntar o iogurte e envolver bem antes de adicionar o óleo e a baunilha. Juntar a farinha e o fermento, envolvendo muito bem. Adicionar, envolvendo com cuidado, as claras em castelo. Dividir o preparado pelas forminhas de cupcake, forradas com as de papel, não enchendo demasiado. Levar ao forno, pré aquecido a 180º, durante cerca de 20 minutos.

Para a cobertura, partir o chocolate em pedacinhos, para uma tigela, juntar uma colher de sopa de manteiga e levar ao microondas durante cerca de 1 minuto e meio. Ao retirar, mexer bem, até obter um mistura homogénea e espessa. Com a ajuda de uma colher, barrar a parte superior dos queques e decorar a gostos (com smarties, confetis, raspas de chocolate, frutos vermelhos, etc)

Coisas que eu não percebo!

Reunião de pais, observando os testes de pequeno do meio, veio-me à memória uma observação sua sobre uma questão que tinha bem no teste de Matemática mas que a professora tinha colocado errado. Não liguei e, na altura, disse-lhe algo do género “Deves ter visto mal!”.
Folheando o seu teste de Matemática reparo que só poderia ser aquela a tal questão que ele referiu. Hesitei, pergunto, não pergunto, pergunto, não pergunto e… perguntei! “Porque tinham que contar todos e ver quantos estavam pintados… porque fizemos um igual na aula e eu disse-lhes que era assim que queria que fizessem… porque foi assim que eu lhes ensinei… Porque não queria frações equivalentes”.
Eu ouvi tudo, sem interromper, conhecendo-me, provavelmente, com um ar um pouco incrédulo, e respondi apenas “Sim, mas a resposta ao que é perguntado está certa e o raciocínio é válido!” ao que concluiu, dizendo “Sim, eu sei mas não era essa a resposta que eu queria que eles dessem!”.
Atenção, ela não ensinou, nem ensina mal, muito pelo contrário, e não é isso que está em questão, mas a avaliação das respostas não deve ser feita em função do que queremos mas do que pedimos. Não é pelos pontos, nem pelo estar certo ou errado, isso, para mim, é o que tem menos importância. A forma de “estar, ver e sentir” a matemática, subjacente à sua argumentação é que me desiludiu! Fiquei ainda mais triste por ter de dizer a pequeno do meio, quando ele me perguntou, “Sim, tinhas razão, a tua resposta estava correta!” e ele deu de ombros e disse apenas “Pois…”.

Bacalhau à brás à nossa moda

É o prato preferido de pimpolha mais velha. Uma versão mais saudável, menos gordurenta, com vários legumes e apreciada pela malta da casa.

Ingredientes
500g de bacalhau desfiado (uso congelado)
1 cebola
2 cenouras grandes
1 courgete grande
1 alho francês
1 pacote de batata palha
4 ovos

Preparação
Picar a cebola e levar ao lume para refogar. Juntar a cenoura e a courgete raladas e o alho francês cortado em pequenos pedacinhos, envolvendo bem, e deixando cozinhar durante 10 a 15 minutos em lume brando. Quando os legumes tiverem um ar cozinhado, juntar o bacalhau desfiado, misturando bem. Deixar cozinhar durante 7 a 8 minutos. Juntar a batata palha, envolvendo bem. Quando a batata palha estiver molinha, adicionar os ovos batidos, mexendo muito bem e desligar o fogão de imediato para não secar demais o bacalhau!

Rolos de cozinha

“A tua conversa está a faz-me lembrar o meu rolo de cozinha!” digo, em tom de brincadeira e a pessoa olhou para mim com um ar “Lá está ela na parvoeira! Again…”. Mostrei-lhe a prova do crime e rimo-nos um bom bocado! Os novos rolos de cozinha da Renova são muito espirituosos!
Mas, nesta onda, a melhor foi uma vez, em casa de um familiar, perguntei-lhe “Não tens rolo de cozinha? É mais prático para orientar a pequenada à refeição!”. Olhou-me com um ar espantado, um pouco preocupado, de quem conhece o perfil ruim da pequenada para comer. Começou a remexer em gavetas cheias de utensílio de cozinha e pensei “Mas que raio… o que é está à procura!” e, de repente, fez-se-me luz. Perdida de riso, esclareci “Não é o rolo da massa, embora às vezes vontade não me falte, é mesmo o de papel para ver se não se sujam todos e a tua bela toalha!”. O seu alívio foi notório e visível, ficou por pronunciar algo do género “Ufa, ufa, grande maluca!”.
Eu e os rolos de cozinha há anos a causar boas impressões… espera, espera, sou só mesmo EU!

Tá-se, Tá-se!

Está explicado o lapso dos D.A.M.A, fazem surf na praia da Areia Branca e este é o seu bar de eleição! Tudo explicado, foram induzidos em erro!
Poucos se podem gabar de não dar erros ortográficos ou de nunca ter tido dúvidas como se escreve determinada palavra, eu cá às vezes até invento palavras, mas são poucas as figuras públicas que se podem dar ao luxo de tamanha arrogância e escapar incólumes! E vida, Às vezes, tem destas coisas… ironias do destino 🙂

Brilliant

Brilliant – é um belo site repleto de desafios divididos em 12 tópicos das áreas da Matemática, Ciência e Engenharia! Bom para exercitar e entreter a mente, rever e aprofundar conceitos.
Subscrevendo, todos os dias, nos enviam um mail com um desafio (várias opções de resposta em que só um está certa) sobre qualquer um dos tópicos e, de tempos a tempos, os challenges do “Keep the streak alive!” que apresenta mais 5 problemas sobre um determinado tópico, acertando vai-se “subindo” de nível e passando aos problemas mais difíceis! Gosto muito, recomendo para “cabecinhas pensadoiras”!!!

Pipocas

Irmos os cinco ao cinema sai caro, há prioridades e formas mais interessante de gastar o dinheiro, ser paciente e poupado, na dose certa, são grandes virtudes! Como tal, de quando em vez, temos sessão de cinema cá por casa, patrocinado pelo Tugaanimado, onde nunca faltam as pipocas. Não são as pipocas do cinema mas são muito boas, a prova  é que desaparecem num instante.
Utilizamos uma receita simples que aprendi com uma colega (de casa, nos tempos de faculdade) mas que envolve alguma atenção e agitação. Foi também esta a receita de pipocas que pimpolha mais velha tentou fazer durante o seu período Home alone, não sendo difícil, não foi a escolha adequada para se iniciar nestas lides!

Preparação
Colocar um pouco de óleo a cobrir o fundo de um tacho e açúcar a gosto (costumo usar 1 a 2 colheres de sopa), levar ao lume. Quando o açúcar estiver quase dissolvido, ficando em tons de amarelo, mas antes de ficar em ponto caramelo, colocar o milho espalhado no centro do tacho. Envolver bem, baixar um pouco o lume e ir abanando o tacho frequentemente para que não se queimem as pipocas.
Diz quem já experimentou que a técnica resulta muito bem também com pipocas salgadas mas nós nunca experimentámos.

Queijada de mascarpone e limão

Húmida, levezinha, saborosa!

Ingredientes
50g manteiga
250g queijo mascarpone
1 pacote de natas
150g farinha
150g açúcar
3 ovos
raspa e sumo de 1 limão
1 colher de chá de aroma de baunilha
3 colheres de sopa de sementes de papoila (opcional)
Açúcar em pó para polvilhar

Preparação
Numa taça, bater bem a manteiga com o queijo. Juntar a baunilha, o sumo e raspa de limão, a farinha e o açúcar, batendo bem. Adicionar os ovos, um a um, envolvendo bem. Juntar as natas e sementes de papoila (opcional) e mexer bem.
Levar ao forno pré aquecido a 180º, numa forma de fundo amovível, forrada com papel vegetal, cerca de 30 minutos. Deixar arrefecer antes de desenformar.

Transições

Parte do texto, que recebemos da escola de pimpolha mais pequena, prelúdio ou justificação para uma reunião com todos os pais das salas dos 5 anos e a psicóloga da escola. Terminava com “As turmas só serão divulgadas no final julho”, assim como quem diz “Vejam lá se se acalmam” ou, como diria o outro, “Take it easy!”.
Quando li o mail sorri e pensei, deve haver malta a “stressar” à grande: eles e, por arrasto, os filhos e educadora. Não me lembro das outras duas vezes que vivemos esta transição receber um mail destes, embora a escola seja a mesma, também, tal como agora, não me lembro de sofrermos por antecipação, ou falarmos muito do assunto cá por casa.
Depois há aqueles momentos em que, em conversa com outros pais, percebemos que se calhar, mas só se calhar, somos um bocadinho desnaturados descontraídos de mais, ou que essa é a perceção que têm de nós e com a qual vivemos felizes e contente. Mas quando terminam dizendo, preocupados, “De há uns tempos para cá tem pesadelos com o 1º ano! Acorda a chorar e sobressaltado e diz que quer ficar para sempre na sala dos 5 anos”., pensamos, talvez a descontração e distração seja uma coisa boa 😉
Efetivamente, cada vez me convenço mais que os pais, os pais, estão na origem de muitas cenas e coisas que enfim… podiam ser facilmente evitáveis. Os tempos mudaram, os pais também em alguns aspetos, claramente, para pior, basta falar com qualquer educador ou professor e a 1ª queixa é, geralmente, “O problema, muitas vezes, não são os miúdos, são os graúdos!”

Pessoas realmente importantes

Pimpolha mais velha está a terminar o 5º ano e decidiu, no final de mais um ano letivo, escrever uma carta, talvez um bocadinho, mas só um bocadinho, exacerbada, à sua professora do coração. Da sua diretora de turma, diz que sim, que gosta e que é fixolas mas não há nada como a sua professora do 1º ciclo, essa é, claramente, “The special one”.
Revela bem o papel e a “importância” que tem, ou pode ter, um bom professor do 1º ciclo, o que raramente se verifica nos ciclos seguintes ou pelo menos com tal intensidade.

Este estaminé pelos olhos e mãos de pimpolha mais velha

Quando decidimos brindar aqui o burgo com nova cara, pedi a pimpolha mais velha que, num desenho seu, retrata-se o que por aqui se passa. Ora a moça fez o seu desenho mas depois o mesmo desapareceu, de tão bem que ela o guardou, no meio de tanta ideia e projeto criativo. Este fim de semana deu à costa, depois de uma longa viagem no mundo dos seus muitos rascunhos e rabiscos!
Nota: Sim, lemos-lhes, ou damos a ler, o que por aqui se vai dizendo, especialmente quando são eles os visados, uma vezes antes outras depois de publicarmos, eles riem-se e dizem, “Passa à próxima, essa já lemos” e assim se entretém um bom bocado a avivar a memória.

“De que forma é que as crianças (0 aos 8 anos)e as suas famílias utilizam as tecnologias (online)? “

Um estudo piloto europeu, realizado em 18 países, procura dar resposta a esta pergunta, explorando a dinâmica entre pais e filhos, as utilizações e as perceções de crianças e pais relativamente à utilização destes dispositivos, a fim de identificar as atividades digitais e práticas, benefícios e riscos associados.
Em todos os países, o relatório tem como base uma amostra incluiu 10 famílias com crianças com 6 ou 7 anos de idade, que frequentavam o 1º ou 2º ano de escolaridade do 1º Ciclo do Ensino Básico e que utilizavam, pelo menos uma vez por semana, um dispositivo digital.

As principais conclusões referidas no relatório português (vale a pena dar uma vista de olhos)

Dia da Criança

Uma ideia engraçada, colorida, original, até a escola ganhou um outro ar! Os miúdos são muito castiços  e dizem coisas fantásticas.
Pimpolha mais pequena encarnou a sua melhor versão materialista – anda uma pessoa convencida que anda a fazer alguma coisa de jeito com esta malta e vai-se a ver… parece que nem por isso 🙂 Ao ver o seu dizer, ri-me e disse-lhe “Presentes, hã?” e ela respondeu com o seu sorriso maroto, aquele de quem tem sempre resposta na ponta da língua e me dá um grande desconto, “Recebeste algum hoje?” – é tão parecida com o seu mano e… com a mãe, dizem as más línguas, obviamente.


Os meus preferidos são

Mas há lá muitos simplesmente deliciosos

Ser criança não é fácil! Corresponder às expectativas dos pais pode ser tramado e, ao que parece, desde muito cedo, se aos 5 anos, uma mãe, que lia o “mural” com o filho pela mão, observa com um ar desiludido “Então e só disseste isto? Os teus amigos disseram muito mais coisas!” imagino como será daqui a uns anos, o filho limitou-se a olhar para ela, dando de ombros, como quem diz “O que é que querias que eu dissesse mais?”.

Espíritos livres, criativos, críticos, genuínos, energéticos, brincalhões, de sorriso fácil, marotos, aventureiros, assim são as verdadeiras crianças, independentemente da sua idade 🙂 E tão bem que eles sabem viver, são verdadeiramente felizes, relembremos e aprendamos com eles!

Neste dia, a RFM, em honra das crianças e da palavra que elas mais odeiam ouvir “Não”, com mais uma excelente letra musicada. Vale a pena ouvir, rir e mostrar à pequenada, aqui por casa apreciaram mas gostaram mais da da Comercial (eu também não… )

Brownie de chocolate (+) saudável

Aliciada pelo meu amigo Joaquim, que me mostrou uma receita de um brownie (+) saudável, depois de umas pesquisas nas internets, decidi experimentar fazendo várias adaptações com os ingredientes que havia cá em casa. O resultado foi bastante bom, tivemos que provar várias vezes para garantir a veracidade do nosso julgamento à primeira deitada: cheira a brownie e sabe a brownie, não é nada doce comparado com os originais, tem um intenso sabor a chocolate e é bastante húmido. Nós gostámos muito e a ti, Joaquim, que tal te parece?

Ingredientes
3 batatas doces
1 ovo
200g de chocolate preto
400ml de leite de coco
200g de amêndoa
100g de noz
3 colheres de sopa de mel
2 colheres de sopa de açúcar amarelo
1 colher de sopa de essência de baunilha
1 colher de chá de bicarbonato de sódio

Preparação
Descascar e levar a cozer as batatas doces com um pau de canela. No triturador, picar a amêndoa até ficar tipo farinha. Numa taça, juntar metade do óleo de coco e o chocolate partido aos quadradinhos, levar ao microondas 2 minutos para derreter; envolver bem e juntar o restante leite de coco. Depois de cozidas e bem escorridas, com um garfo transformar em puré a batata doce, adicionando e envolvendo de seguida, o açúcar, o mel e a essência de baunilha. Numa taça, juntar o puré e a farinha de amêndoa, misturando bem com a batedeira. Adicionar o chocolate e bater. Juntar o ovo e o bicarbonato de sódio, misturando bem. Picar as nozes grosseiramente e juntar ao preparado anterior. Levar ao forno, pré-aquecido a 180ºC, num tabuleiro retangular, forrado com papel vegetal, cerca de 30 minutos.

Dica: Fica ótimo congelado aos quadradinhos, separados por papel vegetal (para se poder tirar individualmente. É só retirar com congelador 10 a 15 minutos antes de consumir, fresquinho mas com aquele sabor maravilhoso!!!